Vôlei 50+ une atividade física, convivência e lazer no Cosmopolitano
Realizado em parceria entre o clube e a Secretaria de Esportes de Cosmópolis, o projeto reúne homens e mulheres a partir dos 50 anos, incluindo participantes das categorias 60+ e 70+. A parceria surgiu a partir da união de dois grupos que já praticavam a modalidade: um ligado à Prefeitura e outro formado no Cosmopolitano. Com a integração, os atletas passaram a se reunir no ginásio do clube para os treinos às terças e quintas-feiras, das 7h30 às 10h. As atividades são conduzidas pelo professor e técnico José Antônio Souza Cerqueira, o Lebrinha. Segundo ele, a proposta vai além da prática esportiva. O Vôlei 50+ contribui para a socialização e para o condicionamento cardiorrespiratório, com uma atividade voltada também à recreação e ao lazer.
Os encontros começam com aquecimento e alongamento antes das atividades com bola. Não é necessário ter experiência anterior com o vôlei para participar. Ao mesmo tempo, quem já praticou a modalidade também encontra espaço no grupo.
Além dos treinamentos, eventualmente são realizados amistosos e competições com equipes de outras cidades. A associada Viviane Mortari acompanhou o desenvolvimento da modalidade desde antes da formação do atual grupo. Após conhecer o vôlei adaptado por meio de atletas mais experientes, passou a frequentar os treinos e encontrou no esporte uma nova atividade para sua rotina após a aposentadoria. Desde então, também participou de campeonatos e outras experiências na modalidade. “O vôlei é diversão, competição e convivência. Estar com o pessoal toda terça e quinta é muito importante para mim. O vôlei não tem idade, basta vir e conhecer”, afirma Viviane.
A experiência de Francisco Guilherme Montes de Oliveira, de 78 anos, também mostra que não é preciso ter contato anterior com a modalidade. Aposentado desde 2002, ele começou a jogar há 12 anos e até então, nunca havia praticado vôlei. Hoje, é o integrante mais antigo do grupo. Além da atividade física, Francisco destaca a convivência proporcionada pelo esporte, que inclui confraternizações entre os participantes. Para ele, o vôlei adaptado é acessível mesmo para quem nunca jogou. “É só chegar, assistir e entrar para jogar, não tem segredo. O importante é trabalhar o corpo e a mente. Ficar recolhido em casa, vendo TV, não dá, porque a gente se acostuma e depois não faz mais nada”, afirma.
Além das quadras, a convivência se estende para outras atividades do Cosmopolitano, com integrantes do grupo participando de eventos promovidos pelo clube ao longo do ano. Quem tem 50 anos ou mais e deseja conhecer o projeto pode comparecer ao ginásio do Cosmopolitano durante os horários de treinamento, às terças e quintas, a partir das 7h30 e procurar pelo professor Lebrinha.

Comentários